O Meu Caminho para a Liberdade

O verão chegou, o tempo vai melhorar (talvez) e assuntos destes são necessários debater!

Provavelmente já pensaram: Ok, quero a minha independência financeira! Mas…

Como é que eu faço isso? Tenho contas para pagar, tenho uma vida social que quero manter, ainda não recebo assim tão bem no meu emprego, não conheço bem o que está disponível para eu investir, etc etc..

É essas questões que pretendo responder neste e nos próximos posts e se vos interessa,

Começando pelo fim! Sim, a melhor parte (wink wink) é que neste blog têm toda uma biblioteca de ideias de onde investir! Devia ter avisado da auto-promoção vergonhosa a X e a W…

Finda a promoção vergonhosa, a verdade é que o que lêem aqui todas as semanas são de facto o caminho de 3 indivíduos que passaram de ter uns trocos e/ou dívidas para um patamar mais desafogado e seguro no que diz respeito a finanças. Caminhos iguais ao que poderá ser o vosso caminho, ou que já tenha sido o vosso.

“Sim, mas eu como pessoa que não tenho dinheiro nenhum e que tenho dificuldade em balancear tudo, como é que faço para melhorar a minha vida financeira?”

Ainda esta semana estava a ter uma conversa destas, conheço bem a pessoa com que estava a falar e percebia bem a sua vida financeira. Esta pessoa perguntava-me isso mesmo e daí a inspiração para escrever este post. Acredito que poderá ser útil mais uma prespectiva sobre este assunto no blog.

A maioria das pessoas que começam uma vida adulta, ainda têm alguma ajuda dos pais, são lançadas ao mundo com uma certa almofadinha e a vida é boa por uns momentos.

Começam o primeiro emprego, vêem-se com dinheiro, passam a viajar, a ir a festas, a comprar um carro. Podem querer sair de casa dos pais, alugar uma casa, pagar contas, e todas as coisas que fazem de nós “adultos”. Não será este o caso de todos, mas acredito estar a falar para uma maioria. A vida dá muitas voltas, certamente a minha deu e aprendi com isso.

Pois bem, a almofadinha vai sendo “comida” tal qual fosse devorada por traças famintas cada vez que uma paixão avassaladora por uma ida a Bali, Croácia ou Marrocos aparece. Devorada por aqueles auscultadores Bluetooth que toda a gente no ginásio tem. Devorada por aqueles jantares fora no Boa Bao, Paleo Kitchen ou no Palácio. Devorada por aquelas idas ao Algarve em pleno Agosto para gastar mais de 50€ cada noite no Lick.

Podia estar aqui o dia todo a dar mais exemplos, mas a verdade é esta:

Vivemos acima das nossas possibilidades! O nosso estilo de vida leva-nos à bancarrota!

Isto incluí o denominado “chapa ganha, chapa gasta”. Mesmo que o balanço seja zero no fim do mês, ainda assim vive-se claramente acima das possibilidades. E se se importam e estão a ler isto é porque já fizeram, ou vão fazer esta alteração de vida.

Sou defensor que mesmo assim se deve fazer tudo isto! Adoro viajar, e esse é o destino do dinheiro que tenho “a mais”. Mas(!) não vivo acima do meu ordenado. levei uns anos a ajustar isso mesmo.

“Como é que se faz a mudança então?”

No blog já temos 2 perspectivas para este caminho, a de X e a de W e vão ter mais uma, a de Z. Em tudo tem a ver com as estratégias dos meus companheiros que se baseia numa coisa muito simples:

“Visualizar o dinheiro TODO que entra e o dinheiro TODO que sai!”

Fácil não é!? Podem fazê-lo com Apps, com Excel, com um caderno, o que vos ajudar melhor. O importante é visualizarem para onde o vosso dinheiro vai e no fim da mês verificarem se o vosso balanço é positivo ou negativo. Este é o primeiro passo! E sem isto, garanto-vos caros leitores, é muito complicado mudar a vossa vida.

Outra coisa também vos garanto, se ainda não o fizeram, vão ficar assustados quando o fizerem!

É mesmo por aqui que quero que comecem, sigam de perto o vosso dinheiro, controlem-no e tentem mudar o vosso estilo de vida para que no fim do mês o que entra seja maior do que o sai.

Esta é a primeira parte e a base de tudo o resto que vos irei falando nos próximos artigos. Vou tentar nos próximos “capitulos” falar com o maior detalhe que conseguir o passo a passo de inverter esta tendência, sempre baseado em experiência própria e em “casos de estudo” de pessoas que me são próximas e estão a passar por isto.

Até lá,

Z

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